Um mundo dos viciados em computadores, videogames e internet
Tayna Albuquerque
Existe um mundo onde não chove nem faz frio ou calor. Ou até chove, mas só se o dono assim o quiser e o programa ou o jogo permiti. É um mundo onde os sorriso são feitos de letras e imagens, e o que somos pode ser sintetizado em um apelido. Um mundo fascinante, rico, cheio de pessoas e de histórias. Mas que não é outro mundo. Ele não pode (ou não deveria) substituir um outro lugar, mais antigo, chamado mundo real. Os computadores, videogames e a internet é uma gigantesca mão de roda. Eles chegaram para encurtar as distâncias, democratizar o acesso à informação, criar historias fases e uma penca de coisas boas, que estamos sempre destacando. Mas, para algumas pessoas, a rede e os jogos assumiu um papel polêmico. Passou a ser o princípio e o fim do dia-a-dia de gente que não consegue imaginar a vida longe de um computador ou de uma telinha. E isso acaba trazendo mal a saúde. Pessoas deixam de fazer, esportes, se alimentar bem, se relacionar com outras pessoas, resumindo, deixam de ter uma vida saudável.
A gente percebe que tem jovens que sentem abstinência e ultrapassam dos limites. Preferem parar de curtir a vida (no mundo real) para um mundo virtual . Eles têm pouco relacionamento social e não sabem lidar com frustração, porque quando chega no limite, desliga a telinha”. O papel dos familiares é fundamental para evitar o isolamento e a ansiedade provocada pelo jogo ou pela rede. Não só para lhes dar opções de lazer fora da tela, mas para participar com esses jovens dessas atividades, criando um convívio familiar. Esses jovens cada vez mais querem ficar jogando ou navegando, como um viciado que quer cada vez beber mais”.
Gráfico mostra evolução do uso das redes sociais.


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